
Todo governante tem o direito de contar com suas pessoas de confiança, sobretudo na ocupação de cargos estratégicos. Não estamos aqui para julgar se as pessoas mais próximas ao Prefeito Sávio Pontes são de boa ou má qualidade para o sucesso da gestão Novo Tempo. Isso não cabe a minha pessoa. Esse blog não tem por finalidade debater a vida particular de ninguém, embora muito nos chame atenção as críticas feitas por uma boa parcela da sociedade aos assessores diretos do atual Prefeito de Ipu, os quais estão sendo jocosamente chamados de “gafanhotos”.
Essa situação é comum na história dos Prefeitos do Ipu. Acompanho a política do Ipu desde os anos 80, e já aquela época ouvia severas críticas as pessoas que cerceavam os prefeitos Flávio Mororó e Milton Pereira. Nos anos 90, na administração de Zezé Carlos (1993-96) e Simão Martins(1997-2000), esses gestores sofreram séria rejeição popular também por causa da sua assessoria. Toinha Carlos, que governara o Ipu entre 2001 e 2004, politicamente pagou um preço alto em virtude de uma assessoria administrativa incompetente e que implicou diretamente no seu insucesso eleitoral na sua tentativa de reeleição.
Recentemente na gestão da Prefeita Corrinha do Torrim, os seus acompanhantes próximos, quando não eram parentes, eram pessoas de má índole que andavam armados e eram instigados a amedrontar as pessoas de bem da cidade, e isso em muito contribuiu para sua bancarrota política.
Prefeito nenhum, sobretudo em cidades interioranas, pode andar isolado, mas a sua assessoria é decisiva para sua popularidade. Acredita-se que uma das razões primordiais para o insucesso nos projetos de reeleição dos últimos prefeitos de Ipu, tenham sido os exageros e omissões políticas daqueles que compuseram a linha de frente das suas relações político-pessoais. Seria bom, nesse caso, que os gestores observassem a letra da canção que diz “Tem gente que está do mesmo lado de você, mas deveria estar do lado de lá”.
Postado por BLOG DO Kléber Teixeira às 01:19
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